top of page
IMG_9715.JPG

Ati-

vismo

Cósmico

 

 

 

Primeiras Experiências com as máscaras

'Dispositivo Transdimensional' [Desrostificação]

Ateliê Cordas - participação de Nara Grossi & Roberto Maya

São Paulo SP - Julho de 2017

​

​

a ç ã o  c o l e t i v a   1 

 

 

Open Studio - Cordas - Casa Rino Levi 

Ateliê Fábio Benetti, Sylvia Soares e Juliana Freire

São Paulo - Novembro de 2017

​

​

​

Performance Interlúdio Akáshico

​

​

de Juliana Freire, com participação de Yasna Yañez, Daniel Antônio e Pedro Vicente

Pocket show Naked Universe

Fotografia de Daniel Antônio e Luis Bahu

Foram confeccionadas por Juliana e Yasna mais de 100 máscaras, distribuídas ao público.

​

​

​

O vasos rompidos

​

Para que a luz transbordasse era preciso que os vasos se rompessem. Os cacos, as sombras das primeiras formas luz, sobreviveram como o outro lado do que nos compõem. As superfícies que restaram como máscaras caricaturas de alters do mesmo ego, os significados que se tornam significantes, na festa a intenção fica evidente. E é no ato de evidência que convenientemente nos escondemos e nos revelamos sob as peles e camadas das memórias.

 

As máscaras são usadas portanto como dispositivos de conectividade entre os fantasiados e os outros, num processo que está dentro de quase todas as culturas. Esta face provisória que possibilita o próprio reconhecimento no outro e retorna a conectividade dos vasos rompidos, por não terem suportado sozinhos o fluxo da fonte. Um deslocamento do self, onde o ego fica periférico e satélite ante ao si. Como reitera Foucault,  a máscara, a tatuagem, o enfeite coloca o corpo em outro lugar que não tem espaço ou tempo diretamente no mundo, fazem desse corpo um fragmento de um espaço imaginário, que entra em comunicação com o universo das divindades ou, do outro. 

 

A proposta desta face é proporcionar ao grupo uma alternativa para se reconhecer ao se distanciar, deslocar a auto-imagem e deixar que cada personagem encontre seu campo de pertencimento. 

​

Texto de Celso Grecov

​

​

​

​

 

 

 

 

 

 

 

 

 

2018

Decurators - Brasília - DF

Ação espontânea c/ Gisel Carriconde Azevedo e público na performance sonora de Phil Jones,

no encerramento da mostra Laranja C.I. 15985 - projeto de Gustavo SilvaAmaral e Ralph Gehre.

​

a ç ã o   2 

a ç ã o   3 

 
 
 
 
Você indaga sobre esta Casa Oca?

Deveria se atentar aos corpos fisicos, 
- estes sim estão ocos -

Desocupados de suas próprias almas, 
abandonados de seus propósitos maiores,

transformados em escombro ou abandono.
[ anotação sobre a performance ]



​
Bela Adormecida

Convido amigos para vivencia-la. Ela sigilosamente havia nos convidado no início do ano para acordá-la, com um beijo, porém algo ainda mantinha a inércia (burocracia, emails, autorizações). Em setembro após um sonho, volto ao seu encontro. Ela treme muito, oscila, talvez uma dança de cidade. Há um metro que agora funciona abaixo, rios de pessoas abalam a estrutura arquitetônica (casa ícone de Warchavichik e Mina). Agora 'A Bela' tem um pouco menos tempo de existência do que, de certa forma, ela teria. As folhas das árvores do Parque, as paredes, os fantasmas, todos dialogam conosco : Yasna Yanez, Paulo Barcellos, Feco Hamburger, Luana Jimennes, Pedro Vicente, Julia Borst, Thiago Galego. [ primeira ação na casa ]
​
2018 Casa Modernista
“Bela Adormecida, Casa Oca, Corpos Ocos”
Juliana Freire - São Paulo SP

​
​
​

a ç ã o   4 



2019 

Durante a residência, a artista propôs à galerista Andrea Rehder um plantio de flores e plantas nas jardineiras

internas e externas da galeria. Parte de um processo de cura para a edificação, na Av Brasil, São Paulo.

Durante o processo, foram feitas as fotoperformances. 


FEIRA DE FLORES DO CEAGESP - SÃO PAULO
São mais de 1.000 produtores de plantas, flores e mudas.

Ação com os colegas de residência Risoma - Galeria Andrea Rehder - Av Brasil - SP
Coletivo Reator - Carlos Pileggi, Eduardo Vaz e Fóssil

e Juliana Freire com o projeto Expedição Akashica -que envolve as artistas Ana Beatriz Domingues, Amanda Melo da Mota, Eveli Pitá Yuerá, Clarice Borian e Carolina Amares. Mediação Helô Sanvoy
 

Máscaras por Juliana Freire e Yasna Yañez
Registro de Ricardo Aguiar

Performers Amanda Melo da Mota, Andrea Rehder, Paulo Barcellos e Juliana Freire

.

 

a ç õ e s   x i n g u  -  2 0 1 8  -  2 0 2 0

 
 
 
 
 
 
 
 
 
2018 - 2020
KAMAYURÁ - ALDEIA YPAWU

Foram 3 viagens junto à aliados e voluntários da comunidade Kamayurá, sob o cuidado do estimado e saudoso cacique Kotok, seu irmão e atual cacique Akauã (Chico), e família. Na última viagem, fiz uma oficina de máscaras com as crianças, após longo estudo e reflexão desde as 2 primeiras viagens, sobre a possilibidade desta pequena ação. Nas fotos (muitas delas do companheiro de jornada Rafael Alves), além dos amigos da comunidade, um pouco sobre o deslocamento até lá e também, uma visita que Kotok fez com Kamiha ao Teatro Oficina em São Paulo. Neste momento, com o saudoso 'pajé' e diretor, José Celso.


​

 
 
 
 
 
 
 
 
​2019
Ativismo Cósmico

ação com o parte do projeto Malha Livre, sobre queimadas e fogo, Casa Modernista, SP
Juliana Freire + Gabriela Inui + artistas e performances - Tchelo, Ronaldo Grossman, Pedro Vicente,
Yasna Yañez, Paulo Barcellos, Roger W Lima, Tiel Del Valhe, entre outros participantes espontâneos. 


Foram confeccionados 30 dispositivos, máscaras de Jeans e distribuídas ao público. 
​
​

a ç ã o   6 

 
 
 
 
 
 
 
 
​2019
DERIVA VIVA
A ação acontece durante a Individual Juliana Freire

CASA DO OLHAR LUIZ SACILOTTO

SANTO ANDRÉ | SÃO PAULO | 2019

Performance com o público espontâneo da mostra. 
Saímos em passeata pelas ruas de Santo André com as faixas _ Ação Compassiva e Transespacialidade. 

 

Sobre os performers no dia da abertura da mostra -

Luiz Duva é artista visual, videoartista, pesquisador e performer de práticas sonoras e visuais que entendem o som e a luz como um portal para o autoconhecimento e reequilíbrio do ser humano.

 

Paulo Barcellos é ator, diretor e educador de teatro. Co-fundou em 1987 e trabalhou durante dez anos com o Armazém Cia. de Teatro. Participou no Ágora CDT entre 2000 a 2004, de vários núcleos de estudo e de montagens sob supervisão dos artistas Roberto Lage e Celso Frateschi. Fundou o Coletivo Bruto em 2007.

​

Carolina Amares, Niterói, 1984, é artista, bailarina e produtora cultural. Formou-se pela Escola Estadual de Danças Maria Olenewa (Fundação Theatro Municipal do Rio de Janeiro), em 2004. Dançou nas companhias: Grupo Corpo [2010 a 2014], São Paulo Cia de Dança [2008 e 2009], Cia de Dança Deborah Colker [2005 a 2008] e DeAnima Ballet Contemporâneo [2004 e 2005]. Em 2017, atuou como bailarina no projeto Biennale College for Choreographers, da Fondazione La Biennale di Venezia. Desde 2015, produz o projeto Gaga no Brasil (linguagem de movimento do coreógrafo Ohad Naharin) e o projeto Philipina Cultura.

​

Registro da Performance por Daniel Athayde: Nascido em São Paulo no ano de 1979, fez o curso de cinema na FAAP em são paulo e logo após o curso de BFA com especialização em fotografia na Emily Carr University Vancouver, Canada, e pôs graduação no curso de poética fotográfica na FAAP. Participou de exposições coletivas como o Premio Brasil, antigo Premio Porto Seguro, e salões de arte contemporânea como da Praia Grande, Ribeirão Preto entre outros.

 

a ç ã o   7 

 
 
 
 
 
 
 
 
​2020​

Contaminação - última atividade com máscaras de tecido, antes da Pandemia de Covid. 

ETer

​

Fotoperformance e vídeo, processo de residência artística Semente, Pomerode, SC.

Juliana Freire, Clarice Borian, Ícaro Vidal entre outros artitas que estavam no encontro. 
 

a ç ã o   8 

a ç ã o   9  - c i c l o   s p e c t r a l 

​

 

​

 

COLETIVA SPECTRAL - DECURATORS - BRASÍLIA - 2025

 

Ficha Técnica: Ciclo spectral

Curadoria geral: Gisel Carriconde Azevedo e Shajara Néehilan Bensusan

Curadoria da exposição: Gisel Carriconde Azevedo

 

Artistas da exposição: Amante da Heresia, Andrea Sá, Atila Regiani, Camila Prando, Fernanda Azou, Iain Mott, Juliana Freire, Raquel Nava, Renata Weber, Ruth Sousa, Shajara Néehilan Bensusan, Simone Reis e Walter Menon

Curadoria do ciclo de cinema: Felipe Polydoro

Curadoria do ciclo de música: Ianni Luna Artistas do ciclo de música: Brida Abajur, Prahlada Hargreaves, Cru, Bruno Cunha, Shajara Néehilan Bensusan, Ianni Luna, Nena, Coletivo Desdança, Lara Abreu e Drendiela

 

Realização: deCurators

​

Produção: Gisel Carriconde Azevedo e Raísa Curty

Assistencia de produção: Luar Mafra e Sofoia Montagem: Bruca Teixeira

Design: Raísa Curty, Gestão de redes: Raísa Curty e Gisel Carriconde Azevedo

Local: deCurators SCLN 412, Bloco C, Lojas 12 e 22, Brasília DF

Período: 25 de outubro a 20 de dezembro, 2025

Edição do catálogo: Raísa Curty

Fotografias: Luna Colazanteb

​

​

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

2000

Experiência, vivência / oficina - mediada pelo artista plástico Cabelo. 

(Cabelo é Poeta, músico e artista plástico, de Cachoeiro de Itapemirim (ES) e radicado no Rio de Janeiro).

Oficina Experimental em Arte

Diamantina - 32o. Festival de Inverno UFMG

Neste momento, era estudante de Belas Artes - UFMG

​

p r i m e i r a   a ç ã o   c o m   m á s c a r a 


jufreire77@gmail.com   +5511968806991   Instagram: @ativismocosmico
@casa_tempo_  @residencia_casatempo  @arquiteturaperformance_paa

bottom of page